BIT Company, recebe o Selo de Excelência em Franchising, concedido pela ABF
Selo atesta qualidade da franquia perante o franqueado e mostra as redes que promovem boas práticas
A BIT Company é a campeã do título. Entre as franquias da área de educação, é a única a receber o Selo de Excelência pela 13ª vez consecutiva. “É o atestado das boas práticas da rede entre os franqueados e, consequentemente, para o cliente final”, afirma a diretora da BIT Company, Cristina Franco. A empresa é especializada em Educação e Treinamento e oferece cursos de Informática, Qualificação, Educação Profissional Continuada, idiomas por meio de sua outra marca, a Multidiomas, e Cursos Técnicos aprovados pelo MEC em mais de 140 escolas instaladas em 16 estados brasileiros, no Distrito Federal, em Portugal (Estoril e Lisboa) e Angola (Luanda) – é a campeã do título.
Segundo Cristina Franco, o Selo valida o projeto de trabalho da instituição, trazendo estímulo ao aprimoramento contínuo da atividade, e à inclusão de novos produtos e parcerias. “Entendemos que melhorar continuamente é um compromisso com a rede, e continuaremos atentos às opiniões dos franqueados quanto aos processos de trabalho e ao desenvolvimento de novos cursos, para que a satisfação seja mútua”, conclui a empresária.
O que é o Selo ABF
O Selo de Excelência da ABF (SEF) é uma chancela exibida com orgulho por quem a conquista ou a renova. Representa o reconhecimento de qualidade e excelência da empresa em relação a sua atuação como franqueadora e tem como objetivo estimular a melhoria de seu nível de atuação, por meio da valorização das melhores práticas e de seu profissionalismo perante o sistema de franchising. Tem validade de um ano, podendo ser renovado ou cancelado a qualquer momento.
O ano de 2010 foi o terceiro consecutivo em que a Associação registrou recorde de inscrições para o SEF – 115, das quais 22 concorreram pela primeira vez –, representando aumento de 3% em relação a 2009 (112). Destas, 97 redes (ante 94, em 2009) receberam o Selo.
“Meus clientes ficam felizes quando ganham o Selo de Excelência, o que demonstra que, no período avaliado, agiram com princípios éticos”, observa Melitha Novoa Prado, uma das mais especializadas advogadas em relacionamento de redes, nas áreas de Franchising e Varejo, que integrou por 15 anos a Comissão de Ética da entidade, responsável pela avaliação dos franqueadores inscritos.
Segundo Melitha, quando os franqueadores não conseguem conquistar ou renovar a chancela, ela os ajuda a analisar o que pode ter dado errado, e a preparar um plano de ação que lhes permita voltar a uma condição ética e de relacionamento que possibilite nova tentativa no ano seguinte.
Seleção objetiva – Para selecionar, entre as redes inscritas, aquelas que merecem o Selo de Excelência a cada ano, a ABF mantém critérios objetivos – éticos e técnicos –, que avaliam quais as redes de franquias que, por seu desempenho, se encontram em situação considerada boa para eventuais candidatos a franqueados, que podem utilizá-lo como referência para a escolha de uma marca.
Inicialmente, cada candidato preenche formulários e entrega todos os documentos requeridos para a participação, entre eles a lista completa de franqueados; comprovantes da situação do franqueador no Serasa; e atestados de registro de patentes. A seguir, a entidade promove – por meio de instituto de pesquisa contratado – uma pesquisa de avaliação do franqueador por seus franqueados. “Se a franquia tiver alguma representação contra seu sistema, alguma falha na documentação ou qualquer problema no Serasa, ela é eliminada”, esclarece Melitha.
À parte os critérios técnicos – comandados pela análise da documentação – o quesito mais importante para a atribuição do SEF é a pesquisa. Nela, é avaliado o desempenho do franqueador – por meio de questionários aos franqueados – sob diversos pontos de vista: relacionamento com os franqueados; assessoria inicial e exatidão dos investimentos orçados; treinamento; abastecimento; suporte e serviços prestados; e rentabilidade. A partir daí, o instituto de pesquisa emite relatórios com os índices de satisfação de cada franqueador, em cada uma das áreas de abordagem. “De posse desses relatórios, a Comissão de Ética avalia os índices obtidos pelos franqueadores, tendo como base notas de corte em cada categoria”, explica a advogada.
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